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domingo, 20 de abril de 2014
sábado, 19 de abril de 2014
O CLORETO DE MAGNESIO CURA BICOS DE PAPAGAIOS, ERNIAS DE DISCO, ESPORÃO CALCÃNEOS E ARTROSE EM GERAL.
Suplemento mineral, procedente da água do mar. Catalisa a atividade de enzimas, hormônios e vitaminas necessárias à vida, estimula as sínteses bioquímicas do organismo, age sobre o sistema simpático, freando a atividade nervosa, acelera a respiração celular, influi sobre o equilíbrio neuro-muscular, entra na formação dos dentes e ossos, regula a absorção do cálcio e potássio. Equilibra o ph sanguíneo pela neutralização direta de ácidos no sangue. Como resultado, ele colabora para a formação e fortalecimento dos tecidos ósseos e cartilaginosos, revigorando o organismo e estimulando sua produção de defesas contra enfermidades. O cloreto de magnésio não é remédio, mas alimento. Não tem contra-indicação, a não ser para quem sofra de insuficiência renal. É compatível com qualquer medicamento simultâneo. O adulto precisaria obter dos alimentos o equivalente a três doses; se não conseguir, pode aumentar um pouco a dose diária para não adoecer; dificilmente se ultrapassa o limite, pois as doses indicadas para pessoas de 40 a 100 anos são mínimas. O cloreto de magnésio põe em ordem todo o corpo. É substituível pelo hidróxido de magnésio (leite de magnésia), pois este ao entrar no estômago reage com o ácido clorídrico, transfomando-se em cloreto.
Preparo: dissolver 33 gramas de cloreto de magnésio em 1 litro de água filtrada. Depois de bem misturado, colocar em vasilhames de vidro e guardar na geladeira. A dose é um cálice de licor (ou copo de cafezinho) segundo a idade: dos 20 anos aos 55 anos 1/2 dose, ou seja, meio cálice; dos 55 anos, aos 70 anos, uma dose (um cálice), dos 70 anos aos 100, uma dose pela manhã e 1 dose à noite. Em casos crônicos de doenças 2 X ao dia. Ref.: J. Shorr - Padre, Professor de Física, Química e Biologia do Colégio Catarinense / Sta. Catarina.
As pesquisas abaixo confirmam efeito sobre:
1.Tratamento e controle da arteroesclerose
2. Baixa toxidade
3. Redução e controle da pressão sanguínea alta
4. Equilíbrio de distúrbios glicêmicos devido a interferir em um aumento da sensibilidade dos receptores de insulina na superfície das células. Isso portanto pode ser útil no controle de problemas de hiperglicemia em diabéticos.
Então o magnésio pode ajudar em:
1. Problemas circulatórios, como ateroesclerose, edemas, varizes, inchaços.
2. Risco de infarto, síndrome do prolapso da válvula mitral, arritmias, perda do tônus cardiaco.
3. Stress crônico, depressão moderada, síndrome do pânico, desgaste do sistema nervoso.
4. Inflamações como artrites, reumatismo, osteoartrites e dores como a fibromialgia.
5. Diabetes do tipo I e II.
6. Osteoporose e problemas ósseos.
7. Prisão de ventre.
8. Hipertensão.
9. Cãimbras e dores nas pernas e extremidades.
10. Ataques asmáticos
11. Rachaduras de pele, psoríases, eczema, acne, alergias e outros problemas de pele.
12. Síndrome da fadiga crônica.
13. Equilíbrio do ph sanguíneo.
14. Prevenção do câncer.
15. Equilíbrio das funções do sistema imunológico.
16. Gastrite.
17. Parkinson.
18. Síndrome da fadiga crônica.
19. Gota e ácido úrico.
20.Esporão calcaneo
21.Artrite e artroses
Suplemento mineral, procedente da água do mar. Catalisa a atividade de enzimas, hormônios e vitaminas necessárias à vida, estimula as sínteses bioquímicas do organismo, age sobre o sistema simpático, freando a atividade nervosa, acelera a respiração celular, influi sobre o equilíbrio neuro-muscular, entra na formação dos dentes e ossos, regula a absorção do cálcio e potássio. Equilibra o ph sanguíneo pela neutralização direta de ácidos no sangue. Como resultado, ele colabora para a formação e fortalecimento dos tecidos ósseos e cartilaginosos, revigorando o organismo e estimulando sua produção de defesas contra enfermidades. O cloreto de magnésio não é remédio, mas alimento. Não tem contra-indicação, a não ser para quem sofra de insuficiência renal. É compatível com qualquer medicamento simultâneo. O adulto precisaria obter dos alimentos o equivalente a três doses; se não conseguir, pode aumentar um pouco a dose diária para não adoecer; dificilmente se ultrapassa o limite, pois as doses indicadas para pessoas de 40 a 100 anos são mínimas. O cloreto de magnésio põe em ordem todo o corpo. É substituível pelo hidróxido de magnésio (leite de magnésia), pois este ao entrar no estômago reage com o ácido clorídrico, transfomando-se em cloreto.
Preparo: dissolver 33 gramas de cloreto de magnésio em 1 litro de água filtrada. Depois de bem misturado, colocar em vasilhames de vidro e guardar na geladeira. A dose é um cálice de licor (ou copo de cafezinho) segundo a idade: dos 20 anos aos 55 anos 1/2 dose, ou seja, meio cálice; dos 55 anos, aos 70 anos, uma dose (um cálice), dos 70 anos aos 100, uma dose pela manhã e 1 dose à noite. Em casos crônicos de doenças 2 X ao dia. Ref.: J. Shorr - Padre, Professor de Física, Química e Biologia do Colégio Catarinense / Sta. Catarina.
As pesquisas abaixo confirmam efeito sobre:
1.Tratamento e controle da arteroesclerose
2. Baixa toxidade
3. Redução e controle da pressão sanguínea alta
4. Equilíbrio de distúrbios glicêmicos devido a interferir em um aumento da sensibilidade dos receptores de insulina na superfície das células. Isso portanto pode ser útil no controle de problemas de hiperglicemia em diabéticos.
Então o magnésio pode ajudar em:
1. Problemas circulatórios, como ateroesclerose, edemas, varizes, inchaços.
2. Risco de infarto, síndrome do prolapso da válvula mitral, arritmias, perda do tônus cardiaco.
3. Stress crônico, depressão moderada, síndrome do pânico, desgaste do sistema nervoso.
4. Inflamações como artrites, reumatismo, osteoartrites e dores como a fibromialgia.
5. Diabetes do tipo I e II.
6. Osteoporose e problemas ósseos.
7. Prisão de ventre.
8. Hipertensão.
9. Cãimbras e dores nas pernas e extremidades.
10. Ataques asmáticos
11. Rachaduras de pele, psoríases, eczema, acne, alergias e outros problemas de pele.
12. Síndrome da fadiga crônica.
13. Equilíbrio do ph sanguíneo.
14. Prevenção do câncer.
15. Equilíbrio das funções do sistema imunológico.
16. Gastrite.
17. Parkinson.
18. Síndrome da fadiga crônica.
19. Gota e ácido úrico.
20.Esporão calcaneo
21.Artrite e artroses
sábado, 14 de dezembro de 2013
MAGNÉSIO E ALZHEIMER
Alguns fatos são tão aterradores que as pessoas preferem ignora-los. Um estudo de opinião revela que a doença de Alzheimer é a segunda patologia mais temida... logo a seguir ao cancro. No entanto muitos cancros são curáveis, enquanto o Alzheimer mata insidiosamente cada uma das suas vítimas. Esta doença tem uma incidência aumentada exponencialmente à medida que envelhecemos. Aos oitenta anos é cerca de 30%. Se por um lado as probabilidades de desenvolver este tipo de demência se tornam elevadas, por outro lado há alguma razão para optimismo. Já se identificaram factores que aumentam o risco de Alzheimer, nomeadamente a resistência à insulina – considerando-se a doença de Alzheimer como a 3ª forma de diabetes - e a inflamação silenciosa cerebral.
Nutrientes como a curcumina que anula a enzima infamatória 5-LOX, e o DHA que sendo um dos componentes do óleo de peixe é também estrutural em relação ao nosso cérebro ajudam a diminuir o risco de contrair esta doença.
A perda de sinapses – ligações entre os neurónios – pode despoletar o aparecimento desta patologia demencial.
O MAGNÉSIO tem aqui um papel crucial pois ele é necessário a mais do que 300 reacções bioquímicas corporais.
Ele mantêm os músculos e nervos com uma função normal, mantém o ritmo cardíaco bem como a saúde óssea. Também ajuda a regular o açúcar sanguíneo, a tensão arterial, e está ligado à produção de energia celular.
Outros nutrientes suplementares são a EGCG (principal activo do chá verde), o ácido alfa-lipoico, a NAC (n-acetilcisteína), a vitamina C, o ácido fólico e o complexo B. A imagem de marca desta patologia – deposição de substância beta-amiloide em placas cerebrais – diminui após a suplementação com os referidos nutrientes. Nunca esqueçam o poder do exercício físico nomeadamente cardio, pois já foi demonstrado o rejuvenescimento cerebral após suplementação com o ómega-3 DHA e marcha vigorosa.
O MAGNÉSIO tem aqui um papel crucial pois ele é necessário a mais do que 300 reacções bioquímicas corporais.
Ele mantêm os músculos e nervos com uma função normal, mantém o ritmo cardíaco bem como a saúde óssea. Também ajuda a regular o açúcar sanguíneo, a tensão arterial, e está ligado à produção de energia celular.
Outros nutrientes suplementares são a EGCG (principal activo do chá verde), o ácido alfa-lipoico, a NAC (n-acetilcisteína), a vitamina C, o ácido fólico e o complexo B. A imagem de marca desta patologia – deposição de substância beta-amiloide em placas cerebrais – diminui após a suplementação com os referidos nutrientes. Nunca esqueçam o poder do exercício físico nomeadamente cardio, pois já foi demonstrado o rejuvenescimento cerebral após suplementação com o ómega-3 DHA e marcha vigorosa.
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Excesso de cálcio é uma das chaves da morte de neurônios própria do Alzheimer
JPA/DICYT Pesquisadores do Instituto de Biologia e Genética Molecular (IBGM), centro misto do Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC) e da Universidade de Valladolid, estudam como o excesso de cálcio é uma das chaves que provocam a morte de neurônios, as células do sistema nervoso, produzida no alzheimer e outras doenças neurodegenerativas. Assim explicou hoje no Instituto de Neurociências de Castilla y León (Incyl) Carlos Villalobos, pesquisador do IBGM de Valladolid.
“Estamos pesquisando a hipótese do cálcio, pela qual alterações na entrada de cálcio nas células podem implicar a morte neuronal característica do mal de Alzheimer”, declarou o especialista a DiCYT. “O cálcio funciona como um ativador de todas as células e dos neurônios em particular, mas se entra de forma excessiva, pode provocar a morte dos neurônios”, afirma.
No entanto, Carlos Villalobos deixou muito claro que este excesso de cálcio não tem nada a ver com o consumo de cálcio através dos alimentos, muito recomendado pelos médicos para manter fortes os ossos, especialmente em pessoas idosas, precisamente nas que sofrem de alzheimer ou outras doenças neurodegenerativas. “O cálcio intracelular não tem muito a ver com o cálcio necessário para os ossos, já que este se acumula e forma parte da estrutura óssea”, observa. “É certo que a absorção do cálcio é necessária para que este atinja as células, mas o problema que podem ter alguns neurônios com este elemento não está relacionado com sua ingestão”.
Carlos Villalobos, cientista do IBGM de Valladolid, explicou hoje em Salamanca uma das principais linhas de pesquisa de base contra as doenças neurodegenerativas
JPA/DICYT Pesquisadores do Instituto de Biologia e Genética Molecular (IBGM), centro misto do Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC) e da Universidade de Valladolid, estudam como o excesso de cálcio é uma das chaves que provocam a morte de neurônios, as células do sistema nervoso, produzida no alzheimer e outras doenças neurodegenerativas. Assim explicou hoje no Instituto de Neurociências de Castilla y León (Incyl) Carlos Villalobos, pesquisador do IBGM de Valladolid.
Para estudar os neurônios, os cientistas que trabalham neste campo no IBGM utilizam ratos recém nascidos ou cultivos celulares estimulados com o chamado peptídeo amilóide, molécula que é a base das placas amilóides características do mal de alzheimer e que “produz uma entrada massiva de cálcio, responsável pela morte dos neurônios”.
Fisiopatologia do cálcio
Definitivamente, o que mata os neurônios através deste mecanismo é o excesso de cálcio, ainda que este feito não seja exclusivo do alzheimer. “Há muitas doenças nas quais a morte celular é produzida por excesso de cálcio, do que se começou a ter conhecimento agora. Nos últimos 10 ou 20 anos, foram estudados os canais e sistemas de transporte que movem o cálcio dentro e fora das células. Agora se iniciaram os estudos da fisiopatologia do cálcio, isso é, como as alterações destes fluxos produzem morte celular e, neste caso, neuronais”, explica o especialista.
Este tipo de pesquisas de base tem como objetivo contribuir futuramente ao desenvolvimento de algum tipo de medicamento, ainda que neste caso já existam medicamentos contra o alzheimer baseados na hipótese do cálcio. De fato, atualmente existem dois tipos de medicamentos contra o alzheimer, de acordo com Villalobos. “Os inibidores de acetilcolinesterase e os que estão baseados em memantina, que funciona como um antagonista do cálcio, mas não protege de forma adequada nem detém o curso da doença”, certamente porque, na realidade, “não é o alvo adequado ainda que previna o excesso de cálcio”. Por isso, é necessário seguir aprofundando os estudos nesta linha, porque “se encontramos o alvo adequado, talvez possamos deter o curso da doença, que é o que não fazem os medicamentos atuais, que a atrasam, mas não a detém; paliam os sintomas, mas não a curam”, assevera.
domingo, 1 de dezembro de 2013
Alimentos ricos em Iodo
Tatiana Zanin (Nutricionista)
Os alimentos mais ricos em iodo são os de origem marinha. Mas, há outros alimentos ricos em iodo, tais como o sal iodado, leite e ovos. No entanto, os vegetais são, geralmente, pobres em iodo.
A falta de iodo no organismo pode levar à diminuição da produção de hormônios da tireoide e ao bócio e, por isso, é importante o consumo diário deste mineral.
Lista de alimentos ricos em iodo
Alguns exemplos de alimentos ricos em iodo estão na tabela abaixo, confira:| Alimentos | Peso (8g) | µg de iodo por porção |
| Bacalhau | 150 | 165 |
| Salmão | 150 | 107 |
| Leite | 560 | 86 |
| Cerveja | 560 | 45 |
| Ovo | 70 | 37 |
| Bacon | 150 | 18 |
| Queijo | 40 | 18 |
| Rim | 150 | 42 |
Recomendação do iodo
Segue na tabela as recomendação do iodo nas diferentes fases da vida:| Idade | Recomendação |
| Até 1 ano | 90 µg/dia ou 15 µg/kg/dia |
| De 1 a 6 anos | 90 µg/dia ou 6 µg/kg/dia |
| De 7 a 12 anos | 120 µg/dia ou 4 µg/kg/dia |
| Dos 13 a 18 anos | 150µg/dia ou 2 µg/kg/dia |
| Acima de 19 anos | 100 a 150 µg/dia ou 0,8 a 1,22 µg/kg/dia |
Função do iodo
A função do iodo é regular a produção de hormônios pela tireoide. O iodo serve para manter equilibrado os processos metabólicos do crescimento e desenvolvimento do cérebro e do sistema nervoso, desde a 15ª semana de gestação até os 3 anos de idade, além de regular a produção de energia e consumo de gordura acumulada.Deficiência de iodo
A deficiência de iodo no corpo pode causar bócio, hipertireoidismo ou hipotireoidismo. A carência de iodo pode ainda resultar em problemas cognitivos nas crianças, se durante a gravidez a mãe não tiver consumido iodo suficiente e se a criança também não consumir alimentos fonte de iodo até os 3 anos de idade, gerando dificuldades na aprendizagem escolar. O cretinismo é uma consequência grave da carência de iodo.Iodo em excesso
O consumo excessivo de iodo pode causar diarreia, dor abdominal, náusea, vômito, taquicardia, lábios e pontas dos dedos azuladas.sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Ferro, cobre, zinco e Alzheimer
Segundo estudo, antioxidante pode interromper progressão de Alzheimer...
Ainda não existem tratamentos efetivos contra o Mal de Alzheimer, que está subindo rapidamente nas listas de causas de mortalidade em todo o mundo.
Enquanto a maior parte das pesquisas se concentra nesta única área, os cientistas já admitem que as proteínas beta-amiloides podem ser uma consequência, e não a causa do Alzheimer.
Assim, para tentar encontrar uma nova teoria sobre a doença de Alzheimer, eles estão agora voltando sua atenção para outros fatores.
E uma destas tentativas acaba de dar resultados promissores.
Os novos dados indicam que a forma como o corpo lida com o ferro e com outros metais, como o cobre e o zinco, começa a se alterar anos antes do surgimento dos primeiros sintomas de Alzheimer.
Reduzindo o nível de ferro circulando no plasma sanguíneo, os cientistas conseguiram proteger o cérebro de animais de laboratório contra as alterações induzidas pelo Alzheimer no cérebro.
Mais especificamente, manipulando os níveis de ferro no sangue, a equipe conseguiu inibir o processo de acúmulo das proteínas beta-amiloide, que até agora eram consideradas a causa da doença.
Parece que o ferro vai para os lugares errados no cérebro com Alzheimer - ele se acumula em altos níveis no núcleo das placas de beta-amiloide, onde se torna muito reativo.
No experimento, um modelo de Alzheimer foi criado em coelhos, com o desenvolvimento de placas de beta-amiloide e modificações na proteína tau, que é parte do esqueleto dos neurônios.
Quando se torna fortemente fosforilada, essa proteína diminui a capacidade dos neurônios em conduzir sinais elétricos.
A equipe do Dr. Othman Ghribi, da Universidade de Dakota do Norte (EUA), então tratou os animais com uma droga chamada deferiprona, um quelante de ferro - um composto que força o ferro a ser capturado por outras moléculas.
A droga diminuiu os níveis de ferro circulante no plasma sanguíneo, trazendo de volta a beta-amiloide e a tau fosforilada no cérebro dos animais aos seus níveis normais.
Fonte: Diário da Saúde
domingo, 17 de novembro de 2013
Quais são os benefícios de sílica líquido?
Sílica líquido é um suplemento de saúde que suporta os tecidos conjuntivos em seu corpo. Sílica líquido facilita a construção de tecidos conjuntivos, tanto do lado de dentro e do lado de fora desses tecidos. Fabricantes de produtos de sílica líquidos afirmam que como um complemento, sílica líquido oferece tanto benefícios cosméticos e suporta uma disposição global saudável. Como um suplemento de saúde, você deve falar com um médico antes de tomar sílica líquido.
Fundo
Médicos entendeu os benefícios do silicone orgânico antes da descoberta do líquido de sílica. O cientista francês Loic Le forense Ribault descobriu a forma líquida de sílica e começou a pesquisar seus benefícios terapêuticos. A sílica líquido Rinault descoberto era uma forma bebível de sílica que é não-tóxico quando consumido.
Benefícios cosméticos e Anti-Aging
A sílica é uma substância que existe em quase todas as partes do seu corpo, incluindo as muitas partes de seu corpo que, naturalmente, começam a mostrar os sinais de envelhecimento. Porque sílica ajuda a construir o tecido conjuntivo, um suplemento líquido de sílica pode ajudar a restaurar a pele, rugas flacidez. Além disso, a sílica líquido também pode ajudar a revitalizar o cabelo que embota ao longo dos anos, e melhorar quebradiços, unhas quebradas. Sílica líquido pode, de acordo com a Enciclopédia de Medicina Natural, ajudá-lo a combater o envelhecimento como um tanto interna e como um suplemento de saúde externo.
Benefícios para o aparelho digestivo
Sílica líquido também pode beneficiar as condições que perturbam o funcionamento interno do estômago. Isso inclui condições como a indigestão, flatulência, úlceras, inflamação e outros problemas intestinais. Quando você consome sílica líquido por via oral, ele, funciona por revestir os forros internos de seu trato intestinal, reduzindo os sintomas de muitos problemas intestinais. Além disso, a sílica líquido suporta uma estrutura saudável global intestinal, ajudando a construir o tecido conjuntivo.
Benefícios additonal
De acordo com a Enciclopédia de Medicina Herbal: O Guia Definitivo Referência inicial para 550 Ervas chave com todas as suas utilizações como remédios para doenças comuns, sílica líquido também pode ajudar a aliviar os sintomas de várias doenças adicionais, incluindo artrite colesterol, alto e sistemas imunitários enfraquecidos. Além disso, a sílica de líquido podem ajudar no tratamento do zumbido, vertigem e danos causados aos discos vertebrais. Você deve, no entanto, falar com um profissional médico antes de consumir um suplemento de sílica líquido para tratar qualquer condição médica específica.
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